Prédios, galerias e restaurantes: onde as pragas circulam no Centro
Num edifício do Centro, a barata não respeita a divisa do apartamento. Ela sobe pelas prumadas de esgoto, passa pelos shafts e chega à cozinha de quem nunca deixou louça na pia. Por isso, na vistoria, olhamos ralos, caixas de gordura e casa de lixo do condomínio, e não só a unidade que chamou.
Lojas e restaurantes das avenidas centrais recebem caixas de papelão quase todo dia. É nas dobras desse papelão que a barata alemã, a pequena de cozinha, costuma chegar escondida. Para esses pontos, o trabalho combina gel nas frestas, monitoramento e orientação sobre o descarte das embalagens.
Praças, Ecoparque e prédios antigos: ratos e cupins no coração da cidade
A Praça Coronel Bertaso, com árvores grandes e fonte, e o Ecoparque, na Avenida Getúlio Vargas, com lagoa e eucaliptos, são áreas verdes no meio do concreto. Elas não são um problema em si, mas restos de comida descartados no entorno e bueiros entupidos atraem ratos para as galerias pluviais, que ligam a praça aos porões e garagens vizinhos.
O Centro também guarda construções antigas. O prédio do Museu de História e Arte, tombado pelo Iphan, é dos anos 1940. Em imóveis dessa época, com forro e assoalho de madeira, cupim e rato de telhado aparecem com mais frequência do que em prédios novos, e a inspeção do forro entra na vistoria.
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- Depósito e estoque de loja: atenção a papelão e paletes
- Forro de imóveis antigos: sinais de cupim e de rato
Dias de jogo e horário de comércio
Em dia de partida na Arena Condá, as ruas próximas ficam cheias e estacionar vira desafio. Quando o endereço é perto do estádio, combinamos o atendimento para outro horário. Em loja ou restaurante, a aplicação pode ser marcada antes da abertura ou depois do fechamento, para não atrapalhar o atendimento ao público.