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Certificado de dedetização para vigilância sanitária

Cozinheiro de dólmã branco lavando uma frigideira na pia de inox de uma cozinha profissional com azulejos brancos

O certificado de dedetização para vigilância sanitária é o documento que prova que o controle de pragas foi feito por empresa especializada, com produto registrado e responsável técnico. Hoje, a norma que define o conteúdo dele é a RDC nº 622/2022 da Anvisa, que chama o papel de comprovante de execução do serviço. Ele deve trazer, entre outros itens, a praga alvo, a data, os produtos usados com concentração e grupo químico, o prazo de assistência técnica, o responsável técnico e as licenças sanitária e ambiental da empresa. Restaurantes, mercados, indústrias de alimentos e outros estabelecimentos fiscalizados precisam manter esse documento à mão.

Qual norma vale hoje: RDC 622/2022

Muita gente ainda fala da RDC 52/2009. Ela foi revogada. A RDC nº 622, de 9 de março de 2022, entrou em vigor em 1º de abril de 2022 e passou a regular o funcionamento das empresas controladoras de pragas urbanas. Ela revogou também a RDC 20/2010.

Para quem é fiscalizado, a mudança prática foi pequena: o comprovante continua obrigatório e ganhou uma lista clara de itens mínimos.

O que o comprovante de execução precisa ter

O artigo 19 da RDC 622/2022 lista o conteúdo mínimo. Confira se o documento que você recebe tem tudo:

Item exigido O que verificar
Nome do cliente Razão social ou nome do estabelecimento
Endereço do imóvel O endereço da unidade tratada, não só da sede
Praga(s) alvo Baratas, ratos, formigas, moscas etc.
Data de execução Dia em que o serviço foi feito
Prazo de assistência técnica Por extenso e para cada praga alvo
Grupo químico dos produtos Ex.: piretroide, quando houver produto químico
Nome e concentração de uso dos produtos Produto usado e diluição
Orientações sobre o serviço Cuidados antes e depois, reentrada, limpeza
Responsável técnico Nome e número de registro no conselho
Telefone do Centro de Informação Toxicológica Em SC, o CIATox/SC: 0800 643 5252
Identificação da empresa Razão social, nome fantasia, endereço, telefone, números das licenças sanitária e ambiental com validade

Se faltar algum desses itens, peça a correção à empresa antes da próxima fiscalização.

Quem precisa apresentar o documento

Estabelecimentos de alimentos

Restaurantes, lanchonetes, padarias, bares, cozinhas industriais, açougues e mercados seguem a RDC 216/2004 da Anvisa, de boas práticas para serviços de alimentação. Ela exige um conjunto de ações eficazes e contínuas de controle de vetores e pragas. Quando as medidas de prevenção não bastam, o controle químico deve ser feito por empresa especializada. O fiscal costuma pedir o comprovante de execução e o registro do programa de controle. O tema é aprofundado em dedetização para restaurantes.

Indústrias e armazéns

Indústrias de alimentos, frigoríficos, armazéns de grãos e cooperativas trabalham com programas de controle integrado de pragas, com mapa de porta-iscas, monitoramento e registros. O comprovante de cada visita faz parte da documentação. Veja como montar esse programa em controle integrado de pragas para empresas.

Prédios de uso coletivo e comércio

Pelo artigo 20 da RDC 622/2022, em edificações de uso coletivo, comercial ou de serviços, a empresa deve afixar cartazes informando a data da aplicação, o nome do produto, o grupo químico, o telefone do Centro de Informação Toxicológica e os números das licenças. Isso vale para condomínios, escolas, clínicas, academias e lojas.

Clínicas, escolas e outros serviços de saúde

Cada atividade tem normas sanitárias próprias. Em geral, a vigilância pede comprovação de controle de pragas por empresa licenciada. Confirme com o órgão que fiscaliza o seu estabelecimento.

Como organizar a documentação para a fiscalização

  1. Guarde todos os comprovantes em uma pasta física ou digital, em ordem de data.
  2. Mantenha junto o contrato com a empresa e o cronograma de visitas.
  3. Arquive cópia das licenças da dedetizadora e do registro do responsável técnico.
  4. Guarde a ficha técnica dos produtos usados, se a empresa fornecer.
  5. Registre ocorrências entre as visitas: pragas vistas, local, data, providência.
  6. Anote a data do próximo serviço antes de vencer o prazo de assistência técnica.

Uma pasta organizada mostra ao fiscal que o controle é contínuo, e não um serviço feito às pressas na véspera da vistoria.

O que fazer entre uma visita e outra

O comprovante mostra o que a dedetizadora fez. O fiscal também olha o que o estabelecimento faz todos os dias. Algumas práticas simples ajudam:

Essas medidas são o manejo ambiental que o controle integrado de pragas pede. Elas reduzem a necessidade de produto químico e deixam a cozinha pronta para a fiscalização em qualquer dia.

Erros que geram problema na vistoria

O último ponto é o mais importante. O papel não substitui o resultado. Se a fiscalização encontra baratas na cozinha, o comprovante sozinho não resolve.

Vigilância sanitária em Chapecó e no oeste de SC

Chapecó tem forte presença da agroindústria, com frigoríficos, armazéns e cooperativas, e um setor grande de restaurantes, padarias e mercados. Para esses negócios, a dedetização faz parte da rotina sanitária.

O Manual de Controle de Pragas da Vigilância em Saúde Ambiental de Chapecó traz uma lógica que serve de modelo para empresas: vistoria periódica, manejo ambiental antes do químico, raticidas apenas em porta-iscas fechados na área externa, armadilhas adesivas nas áreas internas e registros das ações. É o mesmo raciocínio que a fiscalização espera ver num programa de controle de pragas bem feito.

O clima também pesa. No verão quente e úmido, baratas e moscas aumentam em cozinhas e áreas de lixo. No inverno frio, ratos procuram abrigo em depósitos e estoques. Um cronograma de visitas que acompanhe essas fases evita surpresa na vistoria.

O que a Dedetizadora Chapecó entrega

A Dedetizadora Chapecó atende empresas de Chapecó e região com vistoria antes do serviço, produtos registrados na Anvisa, técnicos com EPI, responsável técnico e comprovante de execução com os itens exigidos pela RDC 622/2022. Precisa regularizar a documentação do seu estabelecimento ou montar um cronograma de visitas? Chame pelo WhatsApp e agende a vistoria. Conheça o serviço de dedetização comercial.

Perguntas frequentes

Qual a validade do certificado de dedetização?

A norma da Anvisa não fixa uma validade única para o documento. O que existe é o prazo de assistência técnica, que a empresa precisa escrever por extenso para cada praga tratada. Na prática, o fiscal olha se o controle de pragas é contínuo e se os comprovantes estão em dia com o programa do estabelecimento.

Certificado de dedetização e comprovante de execução são a mesma coisa?

Na linguagem do dia a dia, sim. A RDC 622/2022 da Anvisa chama o documento de comprovante de execução do serviço e define o que ele precisa ter. Muitas empresas e fiscais continuam chamando de certificado.

Condomínio residencial precisa de certificado de dedetização?

A RDC 622/2022 exige que, em prédios de uso coletivo, sejam afixados cartazes informando a data da aplicação, o produto, o grupo químico, o telefone do Centro de Informação Toxicológica e as licenças da empresa. O comprovante deve ser guardado pela administração. Regras locais e o regimento do condomínio podem pedir mais.

Posso dedetizar por conta própria e apresentar nota fiscal do produto?

Para estabelecimentos de alimentos, não serve. A RDC 216/2004 da Anvisa determina que, quando o controle químico for necessário, ele seja feito por empresa especializada. A nota de compra de inseticida não substitui o comprovante de execução.

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